terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Maratonas de Negócios Campus Party 2014 - Educação - Fase 1


sexta-feira, 8 de junho de 2012

TECNOLOGIA CIDADÃ

segunda-feira, 30 de abril de 2012

HORTOLENDO

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

LANÇAMENTO DO LIVRO "TECNOLOGIAS E MÍDIAS INTERATIVAS NA ESCOLA"

LANÇAMENTO DO LIVRO "TECNOLOGIAS E MÍDIAS INTERATIVAS NA ESCOLA"

No dia 13/02 aconteceu no auditório da Diretoria Geral da Administração (DGA) o lançamento do livro “Tecnologias e Mídias interativas na Escola”, mais um projeto que obteve apoio do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS), através de edital público.











terça-feira, 31 de janeiro de 2012

LANÇAMENTO DO LIVRO: TECNOLOGIAS E MÍDIAS INTERATIVAS NA ESCOLA "PROJETO TIME"


CONVIDA PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO:
TECNOLOGIAS E MÍDIAS INTERATIVAS NA ESCOLA
"PROJETO TIME"
DIA 13 DE FEVEREIRO DE 2012, ÀS 1400 HORAS NO AUDITÓRIO II-DGA- UNICAMP.
COM A PROFª.  DRA. VANI KENSKI,
CONVERSANDO
SOBRE AS TECNOLOGIAS E A ESCOLA

Projeto Tecnologias e Mídias Interativas na Escola (Time) da Unicamp – uma parceria entre o Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied), o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp e a Prefeitura de Hortolândia que foi desenvolvido em 2 escolas  municipais de Hortolândia, entre 2007 e 2009. O  livro foi constituído por artigos das professoras das escolas EMEF Fernanda Grazielle Resende Covre e EMEF Parque dos Pinheiros (Professor Claudio Roberto Marques), ambas de Hortolândia e pelos pesquisadores Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) e do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor). João Vilhete Viegas d’Abreu coordenou o projeto.
Participaram diretamente do projeto 15 professoras e 1.300 alunos de ensino fundamental I (alunos na faixa etária de 6 a 10 anos).

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Trabalho realizado na Sala de Multimídia











Quinze coisas que serão obsoletas na Educação até 2020.


Quinze coisas que serão obsoletas na Educação até 2020

Link do original http://www.professortic.com/2011/12/15-coisas-que-serao-obsoletas-na-educacao-ate-2020/

Os próximos 10 anos serão de mudanças profundas na Educação, a todos os níveis. Nada que tenha a ver com a crise que vivemos, mas com a revolução digital que se acelera todos os dias.

Há cerca de um ano, a escritora Shelley Blake-Plock publicou um artigo no seu blogue Teacher 2.0, intitulado, “21 Things That Will Become Obsolete in Education by 2020″. Mais adaptado à realidade portuguesa, selecionei e adaptei 15 tópicos que vão no mesmo sentido. Talvez ajude a ultrapassar a depressão portuguesa de 2012 e 2013. Sem cinismo.

(Texto originalmente adaptado para o público de Portugal, mas que bem serve para o Brasil)

1. Mesas

O século 21 não se encaixa nada em mesas alinhadas. A educação vai reforçar os conceitos baseados em redes de fluxos, colaboração e dinamismo que vão reorganizar o espaço das aprendizagens, tornando obsoletas as filas de mesas e cadeiras características das nossas salas de aula fabris.

2. Laboratórios de Línguas

A aprendizagem de um língua estrangeira vai estar (já está, para quem quiser) à distância de um smartphone. Mais espaço disponível nas escolas.

3. Computadores

As salas de computadores, muitas vezes encostados às paredes, serão como que peças de museu. Os portáteis, tablets, smartphones e outros dispositivos vão limpar os velhos ecrãs, as torres e os emaranhados de fios. Mais espaço.

4. Trabalhos de casa

A educação será pensada e trabalhada 24 horas por dia, 7 dias por semana. Os limites tradicionais entre a escola e a casa tenderão a desaparecer. Como disse alguém, não precisamos de crianças para irem à escola; precisamos delas para aprenderem mais. A aprendizagem será contínua e em movimento. (ver o ponto 3).

5. Instrução massificada

Nos próximos 10 anos o professor que não souber utilizar a tecnologia para personalizar e diferenciar a aprendizagem dos seus alunos será “carta fora do baralho”. A diferenciação será tão natural como respirar. O professor de massas acabou.

6. Medo da Wikipedia

Wikipedia é a maior força democratizante no mundo actual. Se os professores têm receio em deixar os alunos utilizá-la, está na hora de olhá-la de frente sabendo que com este ou outro nome a Wikipedia vai continuar a crescer exponencialmente. Talvez esteja na hora de cada um também dar o seu contributo.

7. Manuais em papel

Os livros são agradáveis, mas, daqui a dez anos, toda ou quase toda a leitura será feita através de meios digitais.

8. Cadernos, lápis, canetas… papel

Provavelmente não vão acabar, mas com toda a certeza vão diminuir e muito na quantidade. As crianças aprenderão a escrever e a desenhar em dispositivos digitais e a grande maioria dos trabalhos, testes e exames poderão ser feitos da mesma maneira. A floresta agradece. Quem não perceber e se adaptar… desaparece.

9. Pastas

Já hoje, em muitas das nossas escolas, que necessidade têm as crianças e os jovens de andarem com bolsas pesadas às costas com custos associados à sua saúde? Com livros e cadernos digitais… as pastas escolares serão cada vez menos pesadas até desaparecerem. As colunas vertebrais agradecem.

10. Departamentos TIC

Um fim à vista. As TIC não serão uma especialidade. As TIC serão a realidade, as ferramentas essenciais de todos os professores e educadores. Todos os agentes da educação e formação terão competências TIC elevadas. Com a afirmação do “Cloud Computing”, a qualidade e aumento da cobertura sem fios e o acesso via satélite, coisas agora “tão importantes” como software, segurança e conectividade serão coisas do passado.

11. Instituições centralizadas

Os edifícios escolares vão transformar-se em centros de aprendizagem e não em locais onde toda a aprendizagem acontece. Os edifícios serão menores, os horários dos professores e alunos irão mudar para permitir que menos pessoas estejam na escola de uma só vez, abrindo caminho a um ensino mais experimental, vivencial, fora do ambiente escolar.

12. Níveis de ensino

A educação vai tornar-se mais individualizada, abandonado significativamente a estrutura dos níveis de ensino tal como os conhecemos hoje. Os alunos serão associados por interesses, seguindo cada um uma aprendizagem especializada. (ver ponto 5)

13. Escolas e professores “atecnológicos”

Escolas e professores que não utilizem as tecnologias estarão condenados ao fracasso. As primeiras a fechar. Os segundos a mudar de profissão.

14. Normas Curriculares

As normas curriculares actuais integram enormes bloqueios à diferenciação da aprendizagem, imagem de marca da educação do futuro. A raiz da mudança curricular será as escolas do ensino básico como fornecedoras de conteúdos fundamentais e as dos níveis superiores com a oferta de aprendizagens especializadas.

15. Reuniões de pais e professores à noite

As ferramentas já hoje disponíveis para comunicação virtual tornarão as reuniões “físicas” uma raridade. De uma forma ou de outra, os pais vão obrigar a escola a utilizar a tecnologia para comunicar. Não vá. Ligue-se.